O que esperar de 2019?

Estamos saindo de uma profunda recessão e os ânimos até 2018 definitivamente não estavam bons. As contas públicas desajustadas somadas a insegurança (jurídica, política e econômica) fizeram com que voltássemos ao PIB do início de 2010. Perdemos quase uma década! Se o tempo é nosso ativo mais precioso na vida, é natural que esta perda seja sentida e mude o ânimo das pessoas. Este tempo fez falta para os jovens que quiseram ingressar no mercado de trabalho e tiveram um atraso no início de sua vida profissional.

Mais de 26% dos jovens de até 25 anos ficaram sem emprego no Brasil em 2018. Este tempo, fez também muita falta para os profissionais que vislumbravam viver seu auge de carreira neste período, pois diminuiu significativamente, a breve janela de se estabelecer ou atingir seu ápice. Imagine um profissional com 35 anos em 2012 que “perdeu” seus últimos anos em função da crise. Hoje, aos 42 anos, ainda jovem, precisa ser bem mais assertivo em suas escolhas profissionais para não diminuir suas chances de atingir seus objetivos de vida. O erro fica cada vez menos permitido.

Por outro lado, o mundo também é outro. Muitas áreas novas foram criadas, empresas criativas e inovadoras estão surgindo no cotidiano das pessoas e o tema empreendorismo passou a ser menos desmistificado e mais admirado. As perspectivas são enormes no Brasil para os próximos anos, mesmo que alguns economistas prevejam possível desaceleração nos Estados Unidos e em outros mercados globais a partir deste ano. Se o mundo desacelerar e estivermos preparados, seremos uma excelente opção de investimento. Independente de partidos e governos, a sociedade brasileira pede pelas reformas, e se tivermos foco neste ano de ajustes, teremos muitas oportunidades daqui para frente.

Levitt e Dubner no livro Freakonomics diziam que a economia é a ciência da expectativa e usa a lógica da recompensa. Se as reformas (previdência e tributária sobretudo) avançarem em termos razoáveis, teremos uma retomada econômica importante nos próximos anos. A confiança de que voltamos a discutir — e que precisa ser discutida — aumentará a ideia de que vamos em frente. Mesmo se os novos governantes não entregarem tudo o que prometeram, com o avanço destas pautas, teremos bons resultados nos próximos 4 ou 5 anos, pois poderemos crescer usando a alta capacidade ociosa criada nesta década. Se neste período conseguirmos investir em infraestrutura, energia e formação de talentos, este último, com resultados a longo prazo, poderemos enfim, entrar em um momento especial da história.

Por isso, o primeiro melhor momento para se preparar para este ciclo de crescimento foi o ano passado. O segundo, é no primeiro semestre de 2019. Preparar-se um pouco antes de todos, sempre te dará uma vantagem competitiva importante. Se você é um profissional e está (re)pensando sua carreira, a hora de sair na frente é agora. Pessoas talentosas com grandes oportunidades estão à procura de pessoas qualificadas que queiram alavancar suas carreiras. É importante fazer suas melhores conexões neste momento.

Se você é um empreendedor é preciso ser ousado e deixar de pensar apenas na sobrevivência. Se seu negócio precisa crescer, é fundamental que sua equipe pressione a estrutura para o crescimento. Seu colaborador número 2 precisa te empurrar para o avanço. O número 3 precisa empurrar o número 2. Isso fará com que o negócio preencha várias lacunas e aproveite boas oportunidades. Geralmente, as empresas reagem juntas ao processo de retomada, e ser mais rápido deixará você na liderança. Ninguém cresce com o time sem mentalidade de fazer mais. Uma boa pergunta neste contexto é saber se o número 2 ou 3 já estão dentro da companhia. Se não, invista em trazê-los.

É sugerido para o momento que se planeje sem futurismos simplistas e que se crie gestão de negócios sem “firula”, com formação de times que pedem passagem para crescer. O ano será de ajustes, e muitas mudanças não serão populares. No Brasil inteiro, nas esferas federal, estadual e municipal, teremos que mexer, e nenhum espectro político escapará da conta que chegou para todos. O estado de Minas Gerais está entre os piores. Mas, se o humor e a expectativa das pessoas são quem ajudam a direcionar a retomada econômica e as recompensas se derivam disso, mesmo que tenhamos ajustes a fazer, por que esperarmos pelo pior?

Tendências da área de saúde

A área da saúde passa por mudanças constantemente: descoberta de novas doenças e tratamentos, implementação de equipamentos e tecnologias de ponta e novas tendências para formação e educação de profissionais de saúde.

Os gestores da saúde devem buscar se atualizar sobre as inovações da área para garantir sempre o melhor atendimento para os pacientes, serviços de qualidade e atualizados e qualidade de vida para os funcionários.

Veja, a seguir, algumas dicas para garantir que seu negócio seja cada vez mais bem-sucedido e rentável:

Alto investimento em tecnologia

As inovações tecnológicas têm transformado a rotina dos consultórios, com equipamentos e ferramentas que agilizam os processos. Como exemplo podemos citar a telemedicina, que possibilita o acompanhamento do paciente à distância e a utilização de softwares de gestão que são bons para manter a organização da clínica.

Atendimento mais humanizado

A empresa deve prezar pela qualidade dos serviços oferecidos, assim como pela atenção ao paciente. Clientes satisfeitos tendem a recomendar a clínica e os profissionais que os atenderam para seus familiares e amigos.

Tratamentos personalizados

Os clientes demandam atenção especial. O profissional pode aplicar essa tendência pela adequação do tratamento a cada cliente, em vista do seu histórico e das suas necessidades.

Investimento em franquias

Outra tendência do mercado é o crescimento das redes de franquias. Nesse sistema, os empreendedores veem seus investimentos serem otimizados com a abertura de negócios com grandes oportunidades de sucesso. Já que são vinculados a uma marca consolidada.

Por fim, com tanta novidade a dica é buscar uma ajuda externa por meio da consultoria para clínicas médicas. A contratação de profissionais qualificados pode ajudá-lo nos diferentes setores da sua empresa, além de trazer uma série de benefícios, que vão desde o suporte para o desenvolvimento das atividades que você não domina até uma visão mais ampla de como se posicionar no mercado. Assim você estará abraçando a oportunidade de potencializar a conquista de bons resultados no seu negócio.

Qual será a cara do varejo para o futuro?

No início, o varejo físico tinha apenas um canal de comunicação com o consumidor: a loja. Hoje com a grande variedade de comunicação as empresas precisam se adequar às mudanças do mercado, sem correr o risco de perder o foco.

Mais do que um simples produto, o consumidor quer receber uma oferta completa, uma experiência. Isso muda a relação de um consumidor com a marca e fideliza o cliente.

Atualmente a preocupação do varejo é levar o público final a interagir com suas marcas e produtos, disponibilizando canais, modelos, rotinas, programas e ações capazes de engajar o consumidor. Ao incorporar as novas tecnologias os varejistas conseguem customizar e segmentar quase todos os seus produtos.

Cada vez mais, os comerciantes desenvolvem todas as suas operações tendo o cliente como parte central. Do atendimento ao sistema de gestão, os varejistas também pensam de fora para dentro, pois precisam inovar para não deixar de existir nos próximos anos.

As companhias estão assumindo na prática seu papel na cadeia de transformação sustentável da sociedade e dos mercados, dando mais importância ao relacionamento de longo prazo com o consumidor do que o ganho imediato.

No futuro, o varejo tende a ser mais mobile e convergente. A ideia é buscar formas diferentes de expor seus produtos e construir sua marca. Para isso vale compor seu portfólio de ofertas juntando produtos de terceiros, afinal o mais importante é satisfazer o consumidor do que só vender produtos de marca própria.

Construindo o Futuro

O cenário operacional para os gestores de ativos vai mudar até 2020. Os agentes imobiliários podem se preparar para os novos desafios e transformá-los em vantagens competitivas.

Existem várias maneiras de atuar no setor de Real Estate. A mais conhecida delas é a venda ou locação de propriedades para indivíduos, empresas ou indústrias. Mas além de poder construir casas para alugar, você também pode desenvolver o edifício de hotel para vender.

Para organizar os segmentos do Mercado Imobiliário, podemos separar os investimentos em dois grandes grupos:

• Empreendimentos para imobiliários: você ganha vendendo algum imóvel ou propriedade que você construiu ou comprou mais barato.

• Empreendimentos para renda: você ganha com a exploração do uso do imóvel ou propriedade cobrando uma taxa ou, o mais comum, um aluguel.

Veja os submercados de atuação:

• Residencial: casas, apartamentos, lotes e terrenos em condomínios;

• Industrial e Logístico: galpões modulares, galpões refrigerados, salões, pátios e hangares;

• Varejo: lojas, shoppings centers, stripmalls e outlets;

• Hospitalidade: hotel, motel, pousadas, moradias estudantis e kitnets;

• Outros: hospitais, self storages, fazendas, centro de convenções.

No dia a dia, os profissionais da área atuam analisando oportunidades de investimentos e fazem projeções financeiras. Observando retorno de investimentos, fazendo estudo de riscos variáveis, estimando impactos nos negócios e assuntos relacionados ao mercado imobiliário.

Embora muitas das tendências já sejam evidentes, há uma tendência natural de subestimar o quanto o mundo imobiliário terá mudado até 2020.

Tendências do Varejo Online até 2021

Lidar com o consumidor final, em qualquer área, é sempre um desafio. Afinal, as pessoas e, portanto, a sociedade, mudam culturalmente com o passar dos anos e isso, evidentemente, influencia o comportamento de compra e as necessidades de consumo. Acompanhar e antecipar essas tendências, sempre oferecendo ao consumidor final o que ele realmente quer, é um dos grandes desafios do varejo.

Há menos de 20 anos era inimaginável, mesmo com a franca expansão do e-commerce, comprar um carro online. Ano passado a Renault lançou o Kwid que, por muito tempo, só poderia ser comprado pela internet. O varejo online já é uma realidade no Brasil desde o início deste século, mas, àquela época, fazer as compras do dia-a-dia pelo site do supermercado, talvez fosse algo impensável. Hoje é algo plenamente possível.

Observar essas tendências em médio e longo prazo e antecipá-las é um passo fundamental tanto para você, que já tem um e-commerce, sair à frente da concorrência, quanto para um investidor entrar e se consolidar neste mercado, cada vez mais competitivo e exigente.

Para entender essas tendências, a Forrester Research fez, a pedido do Google, um estudo sobre as tendências do varejo digital até 2021. Os resultados foram animadores para quem está na área ou deseja investir nela:

Um mercado cheio de oportunidades

Segundo a pesquisa, até 2021, as vendas de varejo online vão dobrar, em um crescimento médio anual de 12,4%. Ainda segundo a pesquisa, o impacto do varejo online em relação a todas as vendas deve aumentar 70% no período e passar a representar nada mais nada menos do que 42% de todas as vendas varejistas no mundo. O número é realmente espantoso, já que isso representa R$ 365 bilhões anuais e isso desconsiderando-se o mercado de alimentos e bebidas.

Melhores Setores

Os setores mais promissores, de acordo com a pesquisa, são:

• Artigos esportivos (deve crescer 17%)

• Livros (deve crescer 17%)

• Roupas (deve crescer 15%)

• Beleza (deve crescer 15%)

Novos consumidores

Apesar de o varejo online estar consolidado, muita gente ainda não se rendeu a esta tendência. No entanto, a expectativa é que 67,4 milhões de pessoas se tornem consumidores habituais do varejo online até 2021. Esse número representa 44% dos internautas e significa que mais de 27 milhões de internautas devem fazer sua primeira compra online no período.

Multiplataforma

O advento do smartphone e do tablet causou um grande impacto também no varejo online. Segundo a pesquisa, 30% dos internautas só acessam a rede pelas plataformas móveis. Para se ter uma ideia, até 2016, essas plataformas representavam 19% das vendas de varejo online. A previsão é que em 2021 essas vendas representem 41%, alcançado a impressionante cifra de R$ 35 bilhões.

Além disso, o estudo comprovou que a experiência multicanal é, sobretudo no Brasil, fator determinante para a compra. Ou seja, a interação entre site, aplicativo e espaço físico é decisivo na compra. Em verdade, a pesquisa mostrou que, no Brasil, os clientes que interagem com todos os canais gastam 40% mais àqueles restritos apenas à uma das plataformas.

Entenda o crescimento

A pesquisa se aprofundou também na motivação por trás desse aumento do interesse do público pelo e-commerce. Os resultados mostraram que o principal fator é o aumento da confiança do consumidor em relação ao varejo online. Isto é, segurança de dados, confiança na entrega do produto e nas informações prestadas pelo vendedor. Além disso, um número maior de consumidores ativos tem acesso à internet. Por fim, outro fator apontado como preponderante, é o aumento das Marketplace, ou seja, de lojas que contemplam diversos vendedores de diversos tipos, como Mercado Livre, E-bay ou Aliexpress.

Os números do e-commerce do Brasil

• Crescimento em 2017: 12%
• Faturamento em 2017: R$ 59,9 bilhões
• Ticket médio: R$ 194,00

Ticket Médio por setor

• Acessórios automotivos: R$ 418,20
• Calçados e acessórios: R$ 255,80
• Ferramentas: R$ 151,40
• Materiais artísticos: R$ 108,70
• Pet Shop: R$ 169,30
• Alimentos e bebidas: R$ 148,10
• Cama: R$ 411,00
• Games: R$ 128,90
• Materiais para construção: R$ 165,20
• Saúde e bem-estar: R$ 162,70
• Bebês e crianças: R$ 247,60
• Casa: R$ 257,20
• Livraria: R$ 100,30
• Moda e acessórios: R$ 248,20
• Sex shop: R$ 80,70
• Beleza: R$ 211,90
• Eletroeletrônicos: R$ 558,20
• Magazine: R$ 83,90
• Moda íntima: R$ 162,40
• Tabacaria: R$ 188,00
• Brinquedos: R$ 168,30
• Farmácia: R$ 82,50
• Material escolar: R$ 123,70
• Óticas e acessórios: R$ 454,40

Número de pacotes enviados em 2017: 203 milhões

Fontes: PEGN, Comschool